Pensei em fazer um post inaugural legal, contar uma história engraçada ou escrever sobre algum assunto que estivesse em alta como o Cineport. Vou fazer um pouco de tudo isso.
Inaugural já vai ser, não tenho como me esquivar disso - os outros chegaram aqui na última migração! Se vai ser legal são outros quinhentos! De histórias engraçadas, estou meio escasso. Serve a dos 20 exemplos? Perguntem a Túlio. Parece ficção, mas é verdade.
E por falar em ficção - e chegando ao terceiro ponto - tenho me esforçado para assistir o máximo possível do Cineport. Não é todo dia que João Pessoa tem um festival internacional de cinema.
Até agora, o dia que mais gostei foi o sábado, quando vi "Cabaceiras", de Ana Bárbara Ramos, e "O engenho de Zé Lins", de Vladimir Carvalho. "Wood & Stock: sexo, orégano e rock 'n' roll" foi legal, mas abaixo da minha expectativa - e ainda tive que ver em pé.
Aliás, vou ter que fumar muito orégano para entender o filme de ontem de Ruy Guerra, "Veneno da madrugada". A história deixa muitas perguntas sem resposta. Esperei duas horas para ele me dizer que quem distribuía os pasquins era todo mundo e ninguém! Ah tá! Assim está explicado, pensei que fosse outra pessoa!
quarta-feira, 9 de maio de 2007
quinta-feira, 22 de março de 2007
Os fantasmas se divertem. Comigo!
O medo não tem sentido. Tem! Pode até ter, mas atrapalha pra caramba. Seria tudo mais simples se as coisas tivessem apenas a relevância ideal, nem mais nem menos. Eu vivo assombrado. Valorizo as dificuldades, me sinto rodeado de sombras. Nem sei quantos projetos já abandonei porque desisti de me meter com eles.
Melhor tentar fazer o que Bob Marley diz:
É melhor atirar-se à luta, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático como os pobres de espírito, que não lutam mas que também não vencem. Que não conhecem a dor da derrota, mas que não têm a glória de ressurgir dos escombros. Estes pobres de espírito, no final da jornada na Terra, não agradecerão a Jah por terem vivido, e sim pedirão desculpas por terem simplesmente passado pela vida.
Está na assinatura do meu e-mail há uns sete anos, mas eu nunca decorei.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
O almirante e a muriçoca
Se tem um personagem histórico sem moral nenhuma entre os pessoenses, é o tal do almirante Tamandaré. Digo e provo. O famoso Busto de Tamandaré, ponto de referência da orla de João Pessoa, é na maioria das vezes desassociado da estátua que seu nome abriga. As pessoas se referem à "praça", ao espaço que está lá e estou certo que grande parte delas até esquece que há um busto de Tamandaré no local.
Agora, por exemplo, instalaram ali uma gigantesca muriçoca. É um boneco feito para compor a decoração do bloco Muriçocas do Miramar, o maior do pré-carnaval pessoense. Até sexta-feira da semana passada não sabia nem de sua existência, mas nesse dia, estava dirigindo pela avenida Epitácio Pessoa quando me deparei com a monstruosa estrutura. Parei o carro à diante para ter uma noção do quão grande era a criatura. Eu não sou pernambucano nem campinense, mas aquela deve ser a maior muriçoca do mundo!
Para minha surpresa, e só confirmando minha tese, enquanto estava debaixo boneco vi uma jovem conversando com outra pessoa via celular: "estou aqui na Muriçoca!" Imediatamente lembrei da época em que instalaram o relógio da rede Globo, dentro do projeto "Brasil 500 anos". Na época ninguém mais dizia que estava "no Busto". Preferiam "no relógio".
Ah, pobre almirante! Tenho certeza que foste algum herói da nossa história e como depois de morto és logo substituído por um relógio ou uma muriçoca? Que triste destino! Na verdade nem conheço sua história. Talvez o Google saiba. Alguém daqui sabe? O fato é que Tamandaré é uma palavra que parece pedir para ser suprimida. Dizer que está "no Busto" é mais ligeiro. Afora que o "busto" de quem diz Busto de Tamandaré quase nunca tem "t". Eu escuto "bucho de Tamandaré". Você não?
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
O que vem a ser felicidade
Imbuído por um texto que acabei ler, na verdade uma entrevista sobre felicidade com André Comte-Sponville, um pensador francês que acredita que quem espera não é feliz, fiquei com vontade escrever a tal lista de cinco coisas que me deixam feliz. Difícil vai ser elencar as tais...
Mas antes disso, um pouco mais de Comte-Sponville (quem quiser ler a entrevista toda, está na revista Época, edição 450, de 1º de janeiro de 2007), ele acredita que a infelicidade está nas frustrações causadas pela ilusão de que é possível ser absolutamente feliz. Ele recomenda esperar menos e agir mais. Valorizar as felicidades relativas do presente.
Voltando à lista:
1- Conquistar uma mulher. A sensação de buscar o coração de uma mulher e alcançá-lo é única. Mas claro que isso só traduz uma alegria se essa for realmente a mulher que eu estiver buscando. Conquistar uma que está dando em cima de você não é conquistar!
2- Jogar jogos de tabuleiro. Estou me referindo a alguns como Imagem e Ação, Perfil, Master, Desafino... Varei! Só citei os da Grow! Esses jogos que envolvem conhecimento, criatividade ou uma certa desenvoltura em mímica. Gosto de jogar, mas gosto mais ainda de ganhar!
3- Ver filmes. O cinema é, definitivamente, a mais completa das artes. Acho que nem pode se chamar de arte porque é um conjunto de várias artes.
4- Ler textos curtos. A gente vive num corre-corre tão intenso que desestimula a ler uma história longa demais. Nada contra os fãs de Musashi, Senhor dos Anéis ect, mas eu prefiro ler uma crônica de Luís Fernando Veríssimo.
5- Lanchar. Essas comidas com gordura trans como pastéis sorvetes, pizzas e os deliciosos sanduíches do Mc Donalds - lá vou eu fazendo publicidade de graça... mas são bons mesmo. Apesar de caros que só a mulinga!
Bom, como diz Ailton e a amiga dele, chegou a hora de "passar a naba". Duvidê-ó-dó que alguém desses que eu vou recomendar se habilite a escrever, mas aí vai o recado: blogueiros de todas as nações especialmente Daslei, Audaci, Maurício, Makoto e Gio, uni-vos e escrevei a lista das cinco coisas que os deixam felizes.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Dois mil e sete
Ano novo, blog novo. Será? Ainda não decidi nome, nem como vai ser. Por enquanto continuo achando cedo pra usar o brenobarros.blogspot.com porque pretendo levar alguma coisa mais séria (mesmo que a proposta seja de textos de humor), mais definida.
Cá estou com meus 30 anos, vou fazer 29 em março mas desde os 27 que me sinto com 30, a mente cheia de idéias e muito pouco executado. Talvez 2007 seja o bendito ano de transição que estou esperando.
Eu tenho alguns sonhos, coisa simples: ser o melhor jornalista de cultura da Paraíba, fazer pós-graduação até pelo menos um doutorado, ser professor universitário e uma referência profissional em qualquer que seja a área que eu esteja atuando. Também quero casar e ter filho, uns oito. Filhos! Casamento basta um.
De todos esses sonhos, o mais surreal são os oito filhos. Seria bom, mas haja dinheiro! Quem sabe eu não caso com uma desembargadora?
terça-feira, 19 de dezembro de 2006
Apagar das luzes
Depois de perder as contas, passei uns dias sem o link de comentários. Não bastasse esse inconveniente, tentei me logar para postar e nem isso consegui. Vai entender... Parece que a pressão para que eu abandone de vez o Blogger Brasil deixou de ser só por parte de meus amigos - os donos do domínio resolveram dar uma forcinha!
Se algum dia eu desaparecer de vez daqui, visitem http:// brenobarros.blogspot.com porque se eu não estiver por lá, deixo pelo menos um recado para dizer para onde fui. Nem que seja um igual ao de Andrei, "fui comprar cigarros".
sábado, 2 de dezembro de 2006
Perdi as contas
Sem tracker mais uma vez! Uma vez tive meu contador de visitas confiscado porque fiz o macete que Túlio tinha me ensinado: colocar o botão bem pequenininho, escondido no fim da página.
Passei um tempão tentando lembrar a senha - testei um monte delas, até das mais antigas. Atualmente usou poucas senhas e a maioria são variações de uma mesma idéia. Claro que não vou contar aqui que idéia é essa!
Quando finalmente lembrei a senha e já tinha adequado o botão do Extreme Tracker achei que estava tudo resolvido. E agora essa: conta suspensa! Eles dizem que não copiei o código como deveria. Parece que agora é definitivo! Vou perder todas as informações? Logo eu, que fazia propaganda gratuita, indicava para amigos, citava em posts...
Diga-se de passagem: eu descobri isso porque iria usar as informações do Tracker nesse post, estava pensando em escrever sobre algo totalmente diferente. Provavelmente esse seria mais um texto que o citaria e meus seis leitores ficariam encorajados a usar o serviço (ou continuar usando!). Pois bem, "a mão que afaga é a mesma que apedreja".
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