sexta-feira, 15 de outubro de 2004

Já tenho direito a cela especial!


Não sou muito chegado a fazer do blog um diário, mas essa não deu pra evitar: hoje saiu meu diploma! Quando cheguei na redação parecia uma criança quando ganha um brinquedo novo.

quinta-feira, 30 de setembro de 2004

Estudar é peba demais!


- Você tem que estudar!

Escutei isso minha vida toda. Quase nunca obedeci. Uma vez ou outra antes de uma prova, talvez a única coisa que fiz semelhante a estudar foi copiar frases de alguns livros para pôr num trabalho.
Pior que eu sempre imaginei que depois de um tempo eu acostumaria. Estudar se tornaria fácil. Nada! Só piora.
Minha experiência com a monografia foi traumática. Um osso! Pensava que não iria terminar nunca. Agora veio a especialização, trabalhos acumulados...
A mesma coisa no curso de Artes. Três capítulos de Psicologia da Educação, exercícios de prática instrumental (que segundo o professor deveria ocupar "pelo menos uma horinha por dia"), sem contar com a professora de Linguagem e Estruturação Musical II, que sempre me diz pra praticar Pozoli.
Tem hora que cansa.

quinta-feira, 23 de setembro de 2004

Essa eu ouvi no "Programa do Jô"


"Não existe trabalho ruim, ruim mesmo é trabalhar".

Estou quase concordando.

quinta-feira, 9 de setembro de 2004

Subvertendo provérbios


Quem é vivo desaparece.

sábado, 4 de setembro de 2004

Carona*


Felicidade demais vicia.

* Pegando carona no post de Bruno

sexta-feira, 20 de agosto de 2004

Aí é Bosi!


Para Alfredo Bosi, a tarefa prioritária das ciências humanas no Brasil é:
"Aprender o que somos, o que nos estamos tornando agora e o que podemos fazer, mediante um conhecimento histórico-comparativo denso e justo".

De onde partir para realizar a tarefa prioritária?

Devemos seguir o conselho do autor no que diz respeito ao conhecimento histórico-comparativo denso e justo.

Denso, porque uma revisão histórica não deve ser apressada em sua apuração. É preciso pesquisar os desdobramentos dos fatos que nos condicionam a este momento presente. E justo, porque não convém a um estudo científico privilegiar dados em detrimento de outros, ser tendencioso para que o resultado convenha ao pesquisador ao invés de corresponder à realidade.

Para entendermos o que somos é preciso verificar historicamente o que nos fez assim. Numa comparação do que somos hoje com o que já fomos, ou costumávamos ser, é possível identificar os caminhos que estamos seguindo e antever algumas de suas conseqüências. Daí então, nos apropriamos do leme de nossas vidas e acertamos nossas atitudes para corrigir a rota ou, pelo menos, podemos conscientizar a sociedade sobre o que está por vir se for mantido o status quo.

segunda-feira, 2 de agosto de 2004

Mais um post metalingüístico


Outro dia eu estava numa dessas discussões inócuas com meu irmão e chegamos a uma conclusão tola: o número de comentários de um post é diretamente proporcional ao tempo que passamos sem atualizar o blog.
Talvez agora meus amigos entendam porque demoro um tempão numa discussão que não acrescenta nada. Isso é mal de família. Claro que eu e Túlio somos um caso crônico desse mal, mas fazer o quê? Vejam vocês que chegamos a desenhar linhas imaginárias no ar desenhando como seria a "curva de crescimento" do gráfico comentários X tempo.
Ai ai! Não sei por que ainda me exponho desse jeito contando essas coisas! Isso é que é não ter amor à própria imagem. Só falta eu completar dizendo que terminei jornalismo e faço Artes!